Francisco Gomes diz que imigração islâmica quer dominar Portugal e defende remigração
O deputado do CHEGA, Francisco Gomes, afirma que o objetivo da imigração islâmica que está a entrar em Portugal é dominar o país e, posteriormente, impor a lei sharia, convertendo o país num califado. Também acusa PSD e PS de terem permitido uma política de imigração que diz ser «descontrolada e subordinada aos interesses dos grandes grupos económicos», alertando para as consequências que, na sua opinião, esta política tem na segurança, na habitação, nos serviços públicos e na preservação da identidade cultural portuguesa.
«Tornamo-nos o país das portas escancaradas, do regabofe e do vale-tudo. Perdemos respeito por nós próprios e estamos a deixar gente que não interessa e que apenas vem parasitar os portugueses que trabalham, vivendo às nossas custas, insultando a nossa História e desrespeitando as jovens e as mulheres portuguesas.» (Francisco Gomes, deputado na Assembleia da República)
O parlamentar também acusa a imigração islâmica de estar a se aproveitar das liberdades, direitos e apoios sociais existentes em Portugal para criar comunidades fechadas, inaugurar mesquitas e estabelecer laços com certos partidos, especialmente o PS, de forma a conquistar poder político.
Na opinião de Francisco Gomes, o objetivo último desses movimentos é alcançar uma posição de domínio sobre as instituições portuguesas, destruir a identidade nacional e substituir os princípios fundamentais da ordem constitucional portuguesa pela lei sharia.
«Os imigrantes islâmicos estão a se aproveitar das liberdades do nosso país e dos subsídios fartos que recebem para criar guetos religiosos, terem filhos à nossa custa, abrirem mesquitas e disseminarem uma mensagem de ódio e invasão contra os próprios portugueses. Temos de acordar e defender a nossa soberania!» (Francisco Gomes, deputado na Assembleia da República)
O deputado critica igualmente a legislação migratória portuguesa, que considera demasiado permissiva, acusando PSD e PS de não demonstrarem vontade política para reduzir significativamente os fluxos migratórios. Na sua interpretação, esta posição beneficia sobretudo setores económicos interessados em mão de obra de baixo custo, particularmente na hotelaria, no turismo e na construção civil.
«PSD e PS são farinha do mesmo saco e estão juntos na defesa de uma imigração que nos está a matar, que nos está a mudar, como país, e que levará à nossa destruição, se não for travada de imediata. PSD e Ps ainda pensam que conseguem manipular os imigrantes e sacar-lhes votos. É uma ingenuidade extrema e um egoísmo que nos está a custar muito, muito caro.» (Francisco Gomes, deputado na Assembleia da República)
A concluir, Francisco Gomes considera que a religião islâmica é uma «doença mental» e que não existe qualquer hipótese de conciliação entre os princípios fundamentais daquela cultura e os valores e princípios que definem a cultura e a identidade portuguesa.
«Não existe qualquer hipótese de entendimento com quem trata as mulheres à pancada, casa e viola crianças de 6 e 9 anos, enforca homossexuais, degola animais e vive na idade das trevas. A única solução para essa gente é pô-los num avião e mandá-los para a terra de onde vieram. É isso mesmo: remigração!» (Francisco Gomes, deputado na Assembleia da República)