CHEGA acusa Estado de tratar Forças de Segurança como «descartáveis»
O deputado do CHEGA na Assembleia da República, Francisco Gomes, acusa o Estado de tratar os profissionais das forças de segurança como «descartáveis», considerando inaceitável a diferença entre a responsabilidade e o risco inerentes às suas funções e a valorização económica e profissional que lhes é atribuída.
Francisco Gomes considera particularmente preocupantes que a primeira posição remuneratória da categoria de agente da PSP seja de 1.035 euros e que a segunda seja de 1.074 euros, defendendo uma valorização substancial das carreiras policiais.
«O governo dá casa de borla a ciganos, dá subsídios a vadios, dá saúde para por nós, portugueses, a imigrantes, dá prioridade nas escolas aos filhos dos estrangeiros, mas não tem dinheiro para dar um salário decente aos polícias. Haja vergonha!» (Francisco Gomes, deputado na Assembleia da República)
O parlamentar sustenta que a valorização das forças de segurança deve abranger salários, progressão profissional, equipamentos, efetivos e condições de trabalho, considerando insuficientes as medidas adotadas pelo governo.
«Há homens e mulheres que vestem uma farda, enfrentam criminosos, levam tiros, trabalham feriados e colocam a própria vida entre o cidadão e o perigo. Não aceito que sejam tratados como descartáveis por um Estado que esbanja dinheiro em corrupção, tontices e esquemas para favorecer os amigos.» (Francisco Gomes, deputado na Assembleia da República)
Francisco Gomes considera ainda que a falta de valorização das carreiras compromete a capacidade de recrutamento e retenção de profissionais e defende que segurança e autoridade do Estado devem ocupar um lugar central nas prioridades políticas nacionais.
«Portugal nunca será um país a sério enquanto não valorizar verdadeiramente aqueles que garantem a nossa segurança. O CHEGA estará sempre ao lado das forças de segurança e daqueles que defendem a autoridade do Estado, a lei e a ordem.» (Francisco Gomes, deputado na Assembleia da República)