CHEGA afirma que «alguém está a lucrar com a imigração descontrolada às custas dos Madeirenses»
O CHEGA Madeira, pela voz do seu presidente Hugo Nunes, veio a público denunciar uma sucessão alarmante de casos de sobrelotação habitacional e degradação da segurança no Funchal, exigindo uma resposta firme e imediata das entidades fiscalizadoras e policiais.
Às situações já identificadas na Rua Brigadeiro Couceiro, com imóveis sobrelotados com dezenas de ocupantes, juntam-se agora queixas formais de moradores e de encarregados de educação da Escola dos Barreiros. Em causa está uma moradia de pelo menos dois andares e acessos independentes onde se assiste a uma rotação contínua de inquilinos, gerando receio junto da comunidade escolar devido a abordagens e comportamentos desrespeitosos a crianças e jovens alunas, num perímetro onde vizinhos relatam inclusivamente episódios de assaltos com recurso a arma branca.
Para Hugo Nunes, o cenário reflete um negócio ilegal alimentado pelo descontrolo das fronteiras e das regras de residência.
«Alguém está a lucrar com a imigração descontrolada às custas dos madeirenses. Enquanto as nossas famílias e os nossos jovens não conseguem suportar rendas de mil euros, há redes e proprietários a encher os bolsos cobrando trezentos euros ou mais por cama, enfiando vinte a trinta pessoas na mesma casa. Isto não é apenas uma distorção selvagem do mercado de habitação: é um negócio que expulsa os locais da sua própria terra. É só fazer contas.»
O presidente do CHEGA Madeira aponta ainda o dedo ao desrespeito pelos contribuintes da Região.
«É gozar com o esforço de quem trabalha uma vida inteira ver cidadãos locais a lutar para pagar contas enquanto proliferam moradas de conveniência e apoios ao desemprego que ultrapassam os mil e duzentos euros sem qualquer escrutínio sério. E quando os pais chegam ao ponto de ter medo de deixar as filhas caminhar sozinhas até à escola nos Barreiros, significa que o limite foi ultrapassado. Não vamos fechar os olhos nem ficar calados perante isto.»
Face ao número crescente de habitações já sinalizadas, o CHEGA Madeira alerta para a importância de Vistorias e fiscalizações conjuntas e urgentes entre a Câmara Municipal do Funchal, a Autoridade Tributária e as autoridades sanitárias a todas as moradas referenciadas, fiscalizando licenças de utilização, segurança contra incêndios e contratos fiscais, do reforço imediato do policiamento de proximidade nas imediações dos estabelecimentos de ensino e zonas residenciais sob alarme e da auditoria rigorosa aos processos de atribuição de apoios sociais e à veracidade das moradas declaradas, travando em definitivo as redes de subarrendamento e sobrelotação ilegal.
«Como é que o Governo Regional autoriza, a quem nunca trabalhou, nem descontou na Região e no País, uma atribuição de compensações ao desemprego de pouco mais de 1200 euros a estes imigrantes?», remata Hugo Nunes com indignação!