Renata Rocha afirma que os jovens precisam de respostas e não de exibicionismo político

Renata Rocha afirma que os jovens precisam de respostas e não de exibicionismo político

A Deputada Municipal do CHEGA e Coordenadora da Juventude CHEGA Madeira exige um Conselho Municipal de Juventude ativo e desafia a JSD a concentrar-se nos problemas reais dos ribeirabravenses.


Na sequência das declarações do presidente da JSD Ribeira Brava, Diogo Duarte, a Deputada Municipal Renata Rocha recorda que o Conselho Municipal de Juventude já se encontrava constituído desde 2019 e que o regime jurídico aplicável prevê a sua constituição até 90 dias após a tomada de posse dos órgãos autárquicos, ocorrida a 31 de outubro de 2025.


Para a deputada, a designação de representantes não pode ser confundida com a criação do Conselho, muito menos transformada numa conquista partidária.


“Os jovens não precisam de saber quem fica com os louros. Precisam de um Conselho que funcione, que os ouça e que transforme propostas em soluções concretas.”


Renata Rocha reafirma ainda que questionar e fiscalizar são deveres de qualquer eleito, independentemente do sentido de voto em determinada deliberação. Uma abstenção não 
representa concordância absoluta, nem retira legitimidade para exigir esclarecimentos ao Executivo.


A autarca deixa também um desafio à JSD e ao Executivo Municipal, sublinhando, "se existe disponibilidade para comunicados e disputas políticas, que exista igualmente para responder aos agricultores da Rua dos Dragoeiros, esclarecer a situação das tampas das condutas de regadio, alegadamente prometidas, e apresentar prazos concretos para a conclusão das intervenções." 


“Os jovens precisam de habitação, emprego, transportes e oportunidades. Os agricultores 
precisam de soluções, os comerciantes de respostas e os moradores de obras concluídas. É disso 
que a política municipal deve tratar.”


Renata Rocha garante que continuará a exercer o seu mandato com independência, proximidade e fiscalização, colocando as preocupações dos ribeirabravenses no centro da sua intervenção.


“Não vou pedir autorização para defender os ribeirabravenses. Não quero protagonismo. Quero 
respostas. A política deve servir as pessoas, não alimentar competições para saber quem aparece primeiro nos jornais.”