CHEGA presente nas comemorações do 52º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas
O CHEGA esteve presente nas comemorações do 52.º Aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), realizadas na Região Autónoma da Madeira, tendo sido representado pelo deputado à Assembleia da República Francisco Gomes, pelo deputado Pedro Pessanha, presidente da Comissão de Defesa Nacional da Assembleia da República, e por Hugo Nunes, presidente do CHEGA-Madeira e deputado à Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira.
Para Francisco Gomes, assinalar o aniversário do EMGFA significa reconhecer o papel fundamental desempenhado por esta estrutura superior das Forças Armadas na Defesa Nacional e ao serviço de Portugal. A realização das comemorações na Madeira assume, segundo o deputado, um significado particular pela posição geográfica do arquipélago e pela sua importância estratégica para o País.
«Celebrar os 52 anos do Estado-Maior-General das Forças Armadas na Madeira é também reconhecer que Portugal é um país atlântico e que os seus arquipélagos desempenham um papel fundamental na nossa posição estratégica. Quando falamos de Defesa Nacional, a Madeira não é periferia, mas parte essencial da projeção e da afirmação de Portugal no Atlântico.» (Francisco Gomes, deputado na Assembleia da República)
Francisco Gomes aproveitou a ocasião para sublinhar a importância das Forças Armadas enquanto instituição fundamental da soberania nacional, considerando indispensável que o Estado assegure aos militares condições, meios e reconhecimento compatíveis com as responsabilidades que lhes são confiadas.
«As Forças Armadas servem Portugal, protegem a nossa soberania e estão presentes sempre que o País delas necessita. Não podemos exigir disponibilidade, sacrifício e sentido de missão aos nossos militares e depois falhar na valorização das suas carreiras e nos meios necessários ao cumprimento das suas missões.» (Francisco Gomes, deputado na Assembleia da República)
O deputado considera ainda que o atual contexto internacional demonstra a necessidade de Portugal encarar a Defesa Nacional como uma prioridade estratégica permanente, garantindo capacidade operacional e condições para que as Forças Armadas possam cumprir plenamente as missões que lhes estão constitucionalmente atribuídas.
«Portugal tem uma enorme dívida para com aqueles que hoje servem nas nossas Forças Armadas e para com todos aqueles que serviram no passado, muitos dos quais sacrificaram a própria vida pela Pátria. Essa dívida não se paga apenas com discursos e cerimónias. Exige reconhecimento institucional, meios adequados, valorização das carreiras e pensões dignas para os nossos antigos combatentes.» (Francisco Gomes, deputado na Assembleia da República)
Francisco Gomes felicitou o Estado-Maior-General das Forças Armadas pelos seus 52 anos, bem como todos os militares e civis que nele servem, reiterando o reconhecimento pelo trabalho desenvolvido diariamente ao serviço da Defesa Nacional.
«Um país que não valoriza as suas Forças Armadas fragiliza um dos pilares da sua própria soberania. Defender Portugal significa também respeitar aqueles que escolheram servir o País de uniforme. As nossas Forças Armadas merecem muito mais do que palavras. Merecem o orgulho, o respeito e o reconhecimento efetivo de Portugal.» (Francisco Gomes, deputado na Assembleia da República)