Juventude do CHEGA-Madeira acusa governo regional de desperdiçar o futuro dos jovens madeirenses
A Juventude CHEGA-Madeira acusa o governo regional de estar a desperdiçar e a comprometer o futuro de uma geração inteira de madeirenses, defendendo que o executivo de Miguel Albuquerque já não governa para criar oportunidades para os jovens, mas sim para garantir a sua sobrevivência política, alimentar redes de interesses e favorecer empresas próximas do poder.
Para a estrutura jovem do CHEGA, tornou-se inaceitável que o acesso a oportunidades profissionais e institucionais seja, muitas vezes, condicionado pela proximidade ao poder político, em vez do mérito, da competência e do trabalho.
«É profundamente condenável que, na Madeira, tantos jovens sintam que o cartão partidário, o sobrenome da família ou uma cunha valem mais do que o esforço, o talento e as qualificações. Uma geração não pode ser obrigada a escolher entre baixar a cabeça ou ficar para trás!» (Renata Rocha, coordenadora da Juventude CHEGA-Madeira)
A Juventude CHEGA-Madeira considera que muitos jovens que querem trabalhar, inovar e construir uma vida digna acabam por ser afastados das mesmas oportunidades quando recusam integrar estruturas partidárias ou manifestam opiniões diferentes das defendidas pelo poder instalado.
Segundo a estrutura jovem, esta realidade alimenta o desânimo, acelera a saída de jovens qualificados da Região e impede que a Madeira aproveite plenamente o potencial de uma geração preparada para contribuir para o seu desenvolvimento.
«A juventude é uma força de trabalho, inovação e progresso. As oportunidades não podem depender da cor política de cada um nem da proximidade a quem governa. Uma Madeira moderna constrói-se com mérito, não com favoritismos.» (Henrique Mota, coordenador da Juventude CHEGA-Madeira)
A organização critica ainda aquilo que considera ser uma relação oportunista do governo regional com os jovens, sustentando que estes são frequentemente lembrados apenas em períodos de mobilização política.
«O governo só parece lembrar-se dos jovens quando precisa de gente para encher comícios e abanar bandeiras. Depois das eleições, voltam o silêncio, a falta de oportunidades e o abandono de uma geração que merece muito mais.» (João Sousa, coordenador da Juventude CHEGA-Madeira)
A Juventude CHEGA-Madeira garante que continuará a rejeitar um modelo de governação assente em favoritismos e dependências políticas, defendendo que os jovens madeirenses devem poder construir o seu futuro através do mérito, do trabalho e da liberdade, e não da submissão ao poder instalado.