Fartos, fartos, fartos!
Fartos. Mesmo, fartos. Fartinhos desta gente.
Fartinhos desta gente que, do alto dos seus privilégios, no conforto dos seus condomínios fechados, reclinada no seu carro de luxo ou sentada na sua conta bem apetrechada, chamam ‘xenófobo’ a quem exige as fronteiras controladas, a cultura respeitada, a língua-mãe defendida e a orgulhosa História valorizada e os serviços públicos colocados ao serviço de quem passa uma vida inteira a pagar impostos pornográficos a um Estado que só lhes falha.
Fartinhos desta gente que, criada em creches privadas, educada em colégios privados, licenciada em universidades privadas e tratada em hospitais privados, chamam ‘extremista’ a quem exige prioridade nas creches para filhos de pais que trabalham, prioridade na habitação para jovens e famílias de gente que cá nasceu, valorização das parcerias entre o sistema privado e o público e luta para que os centros de saúde, as clínicas, os hospitais e as escolas que foram construídos com o nosso dinheiro e que com o nosso dinheiro sejam mantidos sejam colocados ao serviço prioritário dos nossos, e não daqueles que para cá vêm para ter e criar filhos à nossa custa.
Fartinhos desta gente que, enche a boca com ‘feminismo’, apregoa ‘humanismo’, assume-se como a encarnação divina da defesa dos homossexuais e retrata-se como os iluminados e intocáveis porta-bandeiras dos direitos LGBT (e todos os demais sufixos alfabéticos), mas derramam lágrimas por regimes que enforcam gays em semáforos, chicoteiam mulheres que não cobrem os cabelos, engravidam crianças de dez anos e estupram meninas virgens para que recebam, do profeta pedófilo que chamam Alá, a condenação eterna.
Fatinhos desta gente que é protegida pelo trabalho, pelo esforço, pelo sacrífico e pelas vidas dos agentes das Forças de Segurança deste país na casa onde vive, nas ruas que pisa, nas estradas em que viaja, nas instituições em que trabalha e na sociedade onde vende e revende o chorrilho de asneiras e a amálgama falaciosa de idiotices que classifica como ‘património intelectual da humanidade’, mas, na soberba da sua arrogância e ingratidão, maldizem os polícias, instigam ódio contra os agentes e rotulam de ‘coitadinhos’ os bandalhos que os agridem e os canalhas que se julgam acima da Lei.
Fatinhos desta gente que usa, abusa, explora e parasita os direitos, as liberdades, os princípios e os valores que estão plasmados na bandeira que nos representa, nas tradições que nos sustentam e na Fé que nos guia, mas que, enclausurada na sua desfaçatez modernista e presunção de superioridade moral, deita-se com o islamismo que cospe sobre a nossa Pátria, empobrece os nossos idosos para dar de comer a vadios, sufoca quem trabalha para entregar borlas quem nos invade, espezinha a Família para celebrar doentes mentais e tarados sexuais, empurra para fora os nossos jovens para deixar entrar o lixo terceiro-mundista, alimenta com mentiras a comunicação social para tentar enterrar quem lhes faz frente e vende a alma ao diabo globalista para demolir os próprios pilares da Civilização Ocidental.
Que assim continuem. Com as vendas da nacionalidade no Paquistão. Com a importação de gangues brasileiros. Com a invasão islâmica do Indostão. Com a incursão africana do Magrebe. Com a destruição de todas as regras, normas, leis e instituições que dão sentido e sentir ao nosso país. No fim, cá estaremos – não só para fazer as contas, mas para salvar Portugal. E para lhes desejar, com toda a sinceridade, que a terra lhes seja pesada.