Porque que é que odeiam o CHEGA?

Há uma pergunta que continua a ecoar, impossível de silenciar, nos corredores do regime, em certas redações vendidas e em muitos dos salões onde se distribuem favores e influências: Porque é que odeiam o CHEGA? Não se trata de um desacordo político normal, nem de uma divergência democrática saudável. Não. O que existe é um ódio profundo, organizado e persistente, alimentado por décadas de vícios instalados e por uma elite política, mediática e económica que vive aterrorizada com a possibilidade de perder o controlo absoluto sobre o país e Região. As respostas são claras.


Odeiam o CHEGA porque o CHEGA expõe aquilo que tantos passaram anos a esconder, nomeadamente a corrupção, o compadrio, o saque das contas públicas, os favores, os ‘jeitinhos’ nos concursos públicos, as ‘amizades’ nas colocações, as férias pagas a quem toma as decisões pelos amigos do regime e a degradação moral de todo um sistema político construído, pensado e gerido para servir sempre os mesmos.


Odeiam o CHEGA porque o CHEGA assume, sem hesitações, a defesa das Forças Armadas e das Forças de Segurança num país que se habituou a desprezar quem o protege, que destruiu cadeias de comando, que dissolveu hierarquias fundamentais à organização do Estado e que transformou o desrespeito aos homens e às mulheres que vestem a farda numa espécie de virtude revolucionária. O resultado está à vista com forças de segurança exaustas, militares esquecidos e uma cultura de desvalorização que empurrou demasiados profissionais para o desespero e até para o suicídio. 


Odeiam o CHEGA porque o CHEGA dá voz aos homens e mulheres que emigraram não porque deixaram de amar Portugal, mas porque Portugal deixou de lhes dar condições para viver com dignidade. Portugueses que hoje trabalham longe da sua terra, mas que continuam a carregar Portugal no coração e que assistem, à distância, a um país que nega oportunidades aos seus, enquanto abre portas sem critério a tudo o que é lixo terceiro-mundista e banaliza a nacionalidade portuguesa, como se mil anos de História, de sangue, de Fé e de sacrifício pudessem ser vendidos ao desbarato. 


Odeiam o CHEGA porque o CHEGA não tem medo de defender os valores que fizeram Portugal. Porque defende a Vida. Porque defende a família. Porque defende a ordem natural das coisas. Num tempo em que a esquerda disfórica e a certa direita sem coluna vertebral atacam tudo aquilo que sustenta a civilização ocidental, o CHEGA mantém-se firme, defendendo a vida desde a concepção até ao seu fim natural, defendendo a família como união entre homem e mulher, defendendo os princípios que estruturam a nossa sociedade – e essa firmeza incomoda quem vive da destruição das nossas referências e da corrosão moral da sociedade.


Odeiam o CHEGA porque o CHEGA é, hoje, a única que trata a Autonomia com seriedade e respeito, num país onde PS e PSD sempre a usaram como slogan eleitoral. Ao longo de décadas, as regiões autónomas têm sido tratadas como territórios menores, dependentes da vontade de Lisboa e constantemente condicionados em matérias essenciais como a mobilidade, a fiscalidade, a justiça ou o reconhecimento institucional. O CHEGA expõe essa hipocrisia e enfrenta um sistema que promete maravilhas no Funchal e em Ponta Delgada, mas mete uma faça nas costas das Autonomias logo que chega a São Bento.


Odeiam o CHEGA porque o CHEGA representa aqueles que continuam a amar Portugal sem vergonha e sem pedir desculpa. Não o Portugal artificial dos discursos vazios e das campanhas, mas o Portugal real, profundo e indomável, que se estende do Minho ao Atlântico. Um Povo. Uma Nação. Uma Raça. Forjados na cruz e na espada. Herdeiros de templários, navegadores e homens que deram novos mundos ao mundo. Que não se rendem ao politicamente correcto. Que não se curva às aberrações ideológicas, que não trocam as suas raízes por modas importadas. 


É por isto que odeiam o CHEGA. Porque o CHEGA rompe o silêncio, desmonta a mentira e desafia, olhos nos olhos, um sistema habituado à podridão impune. Porque o CHEGA lembra aquilo que muitos quiseram apagar da memória do país. Porque o CHEGA resiste onde tantos desistiram. E porque o CHEGA não nasceu para ficar calado perante a decadência moral e política que outros querem normalizar. 


Não nos calam. E seremos cada vez mais.